Foto: Rafael Rio Branco Dessa vez não teve novela. Zero perrengue pré-prova — o que, convenhamos, já é um sinal estranho em corrida de aventura 😅 A equipe se formou rápido, cada um resolveu suas coisas, e mesmo com a cabeça cheia de trabalho, tudo foi tão tranquilo que fiquei com a sensação clássica de que estava esquecendo alguma coisa. Mais uma vez, Vitor se envolveu na organização e seguiu antes. Na sexta, depois do almoço, parti com Lucas rumo a Baixio, uma vilazinha de praia no litoral norte da Bahia, pertencente ao município de Esplanada, que mistura simplicidade e beleza natural num cenário de maresia, com ruas tranquilas, coqueirais, dunas, restinga, lagoas e o encontro do rio com o mar. Um verdadeiro parque de diversões pra quem gosta de aventura. Ficamos na pousada Encantos, cuja dona foi minha professora em Catu. Dona Zezé era muito amiga da minha mãe, puxou assunto das antigas serenatas da roça — aquelas em que os adultos ficavam bêbados e as crianças em total...
Fotos @wtogumi A novela até sair de casa veio entrelaçada com uma semana cheia de trabalho pra entregar, um trabalho extra que surgiu do nada, uma quinta-feira sem água e sem energia em casa — que resultou numa dormida sem banho —, um carro pra arrumar todinho sozinha e um monte de gente me ligando pra eu resolver coisa. Vitor, envolvido na organização, seguiu antes. Meus parceiros de equipe ficaram de sair mais tarde, por conta de compromissos diversos. No final das contas, sem surtar, consegui sair de casa às 10 da manhã da sexta-feira, peguei Lane em Feira e fizemos uma viagem tão bacana que nem sentimos. Itatim foi o palco dessa grande final, com seus inselbergues incríveis. Uma cidade que já conheço da escalada, mas que nunca me pareceu tão atraente como naquele fim de semana. Eu vi tudo de um jeito diferente, porque estava num lugar que gosto de ocupar, em meu lugar de fala. Arena da prov...