quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Aventureiros do Agreste no Brasileiro de Corrida de Aventura 2013- 175km


   A formação do quarteto ficou por conta de Gabi, Mauro, Marcelo e Scavuzzi. Nós, eu e Vitor, ficamos com tanta vontade de ficar no meio do bolo, que arrumamos um jeito de ir em dupla para a Final do Espírito Santo. Seis Aventureiros do Agreste nos matos do Espírito Santo daria muita estória pra contar.
   Uma luta até embarcar! Totó pro hotel (uma chiquêza só, esse Totó!), crianças enbarcando pra Sampa e lá estávamos nós, no aeroporto, rumo ao Espírito Santo. Uma caixa, duas bicicletas, muitos amigos queridos (Arnaldo, Plínio, Ricardo, Ana Paula e Kassiele) no mesmo voo e muita expectativa.
   A chuva estava tão forte que avião não pôde descer. Sem “teto” para aterrissagem. Que saco esse negócio de “teto”! Não era pra ser o contrário? Com teto o avião bate no teto, sem teto está aberto... Ah! Deixa isso pra lá! Só sei que ficamos voando nos céus do Espírito Santo, o aeroporto fechou e fomos parar em Campinas. Só depois, resolveram nos devolver pra Vitória, no mesmo avião. Pelo menos isso!
   O atraso nos fez perder o ônibus que levara os atletas ao alojamento e nos obrigou a percorrer 60km socados numa Kombi socada de equipamentos, sem lugar nem para os pés. Uma chuva retada, a estrada super sinuosa, uma serra miserável... Ou seja, a aventura começou muito antes, como sempre. Sorte que o quarteto da Aventureiros chegou antes e providenciou nossas pequenas pendências.
   Teve mais! O alojamento deu errado, nos transportaram para o quinto dos infernos depois do briefing, dormimos no máximo 3 horas, para fazer uma prova de 175km no dia seguinte. Então vou parar de escrever as coisas que deram errado pra começar a contar da prova. Ainda bem que, nada de tão errado aconteceu mesmo. Melhor agradecer!
   O mapa, quase do meu tamanho, tinha tanta curva de nível que dava medo só de olhar. É sério, tinha mais de metro! Tô reclamando, não! Rsrs! No dia seguinte a gente tava lá na Estância do Vale do Moxuara, no pórtico de largada, pegando o GPS e esperando a hora de sair. Nós seis! Aff Maria, como eu amo esses Aventureiros!
 
   De bike, começamos subindo, subindo, subindo... e subindo. Não parávamos de subir. O que foi aquilo, meu Deus!? Passamos pelo PC1 e continuamos subindo. De vez em quando a gente descia, mas era mais subida do que descida. E essa luta seria de 40km até o PC8, quando pegaríamos nossos tênis pra mais uns poucos km de bike e descansar o forévis com míseros 7km de trekking.
   Gente! Rezava pra chegar no trekking! Hora subia pedalando, hora empurrando a bicicleta. E nós estávamos num ritmo tão parecido com nosso quarteto, que sempre nos encontrávamos, vez ou outra, até que o pedal de Scavuzzi soltou. Tivemos que continuar, porque, afinal, a prova não era em sexteto e tinha muito macho pra ajudar. Mas, fui preocupada, pensando em como eles resolveriam aquele problema que parecia sem solução. Não dava pra subir e descer tantas ladeiras pedalando com uma perna só...
   O sol começou a esquentar e precisamos fazer umas paradas estratégicas, como a da casa do Sr. Amarildo. Aquela mangueira tinha uma água gelada deliciosa! Meu corpo agradeceu dez vezes. E a esposa dele arrumou vários cubos de gelo pra nossos camelbacks. É muita gente boa que tem nesse mundo!
   Continuamos ladeira acima até o PC8, na pracinha da pequena cidade de Domingos Martins que, por sinal, era lá no alto da montanha. Rapaz!... Meus cambitos estavam em chamas!
   Uma pena que fomos cortados por 40 minutos! A corrida atrasou uma hora e meia e o tempo de corte foi estendido por meia hora. Pouquíssimo justo! Pior do que ser cortado era saber que teríamos que concluir os cento e tantos quilômetros de pedal sem trégua. Nem uma perninha de trekking pra aliviar. Minha reza não deu certo.
   Então tá! Fomos pegar nossa caixa no caminhão para o piquenique da pracinha, na companhia mais do que agradável das amigas Ana Paula e Kassiele, além dos meninos da Gantuá e outros atletas que conhecemos por lá. Rolou suco, sardinha, pêssego em caldas, coca-cola, bananinha... Maior farra!
   Muito lugar lindo pelas serras do Espírito Santo! Cascatas, rios, pontes, barragens. Ainda era dia quando saímos de Domingos Martins. Pedalávamos, interminavelmente, desde as 10h da manhã. Decidi não respeitar tanto as ladeiras sem fim, empurrando a bike só quando o bumbum doía mais do que os braços, rsrs! Raiai...
   As ladeiras eram muito cruéis nas subidas, verdade! Mas, nada foi mais louco nessa prova do que a ladeira da Rota Imperial, depois do PC21. O que foi aquilo?? Àquela altura minhas pastilhas de freio nem prestavam mais, meus braços estavam doloridos de tanta trepidação, as pernas eu nem conto, rs! Ao final do primeiro trecho da ladeira, parei pra arrumar alguma coisa e Vitor comentou que a ladeira deu medo. Era medo de ter descido a ladeira errada e ter que voltar. Só que entendi que foi medo de descer e fiquei até surpresa, por não ter achado o trecho tão ruim. Aí, gente, começamos a descer o segundo trecho e... A bicicleta não parava de descer loucamente, os freios só funcionavam numa certa pressão, uns pequenos buracos apareciam para tornar a coisa emocionante, um buraco enorme apareceu para tornar a coisa mais perigosa... Meu bumbum estava posicionado atrás do banco (quem pedala sabe bem do que estou falando), tive ímpeto de parar no caminho para respirar, mas era impossível, até que acabasse aquela ladeira alucinante. Que medo, que adrenalina!
   Só sei que cheguei lá embaixo gritando “UHUUU”, amarradona! Foi a melhor descida da minha vida!
   Bom... Como todo sofrimento pra corno é bobagem, chegando ao PC23, rapel do Véu da Noiva cancelado, pedal não. Foram 9km só subindo até o PC24. NOVE! Chegando lá, assinamos o PC e voltamos no maior “Uhuuu” outra vez. Mas não o mesmo “uhuuu” da ladeira da Rota Imperial. Não sei se vai ter igual.
   Relaxamos um pouco no PC25, antes de sair pra canoagem. Deu pra comer uma quentinha, dançar ao som de Shakira, conversar com a turma, arrumar as tralhas e, o melhor, ver a Aventureiros chegando, depois de muito perrengue. Fico tão orgulhosa do meu povo! Mauro prendeu o pedal de Scavuzzi com um adaptador de pito, não sei de que maneira. Perderam muito tempo, com certeza, mas estavam ali à nossa frente, já planejando a subida para o Véu da Noiva.
   Que belo passeio pelo rio Santa Maria! Não sei fazer leme em duck, Vitor também não. Remamos de uma margem a outra, em zigue-zague, nos enganchamos em vários galhos de árvore, reclamei até esgotar minha cota de queixas da vida dos próximos cinco anos... Tinha horas em que a gente parava de remar pra concentrar, pra ver se conseguia seguir reto. Dava certo até o galho seguinte. Se eu avisasse que tinha uma pedra na frente, Vitor ia pro lado da pedra, rsrs! Enfim, foi trágico. Só agora que pode ser cômico. Demoramos cinco horas pra terminar o percurso de 27km num remo arrastado até não poder mais. Tinha horas em que nem parecia que estávamos rio abaixo. Mas, como, graças ao bom Deus, tudo tem um fim, conseguimos concluir o remo às 3 da manhã.
   Pra variar, as pernas não queriam obedecer pra sair do barco. Trava tudo! Com força e coragem a gente se esquiva do desconforto e sai. Daí vem o frio. Então a gente tem que pegar o anorack o mais rápido que puder, antes que os dentes quebrem. Ufa, conseguimos mais essa! E pernas pra que te quero! Só faltavam pouco mais de 20km para acabar a prova.
   Gente, nunca vi um lugar pra passar tanto trem na minha vida. Era de minuto em minuto. E, como estava escuro, a gente só ouvia o barulho bem alto e ficava imaginando o quão desconfortável deveria ser morar ali perto. Mas, bucólico também.
   O dia amanheceu enquanto corríamos pelo pequeno trecho de asfalto. Quando pegamos a estrada de barro, o sono foi chegando de mansinho. Comecei a falar embolado. Meus olhos não se seguravam e eu não tinha dois palitos para segurá-los. Vitor também começou a sentir sono. Mas, nada como tomar uma carreira de boi pra acordar, rsrs! Carreira de cachorro também tira sono. Os cachorros do Espírito Santo são criados com sustagem. Enormes, valentes, de voz grossa e aparecem em turma grande! Vitor é sempre o Salvador da Pátria. Ele se joga na frente e grita com a cachorrada toda. Tenho mais medo de cachorro do que de boi, rs!
   De certa forma, os cachorros nos mantiveram acordados. E o café com leite que pedi naquela vendinha também. Sou tão cara de pau que peço logo café com leite. O moço disse que o leite não servia não, porque estava na geladeira. Aí eu disse que servia sim, rsrs! Que a gente gostava quando o leite esfriava o café um pouquinho, rsrs! Bato meus próprios recordes de cara de pauzisse!
   Finalmente, chegamos ao nosso destino: A CHEGADA! Em exatas 24 horas de prova, às 10h da manhã no domingo, cruzamos o pórtico de chegada.
   Pena que não soubemos em qual posição ficamos, porque levamos o GPS para rastreamento, não tinha um PC nos esperando nos pontos de passagem. Achamos que, de 25 duplas, entre masculinas e mistas, ficamos em sétimo ou oitavo, não sei. Mas, exceto pelo trágico remo, fizemos uma ótima prova. Com fluidez, perdemos pouco tempo nas transições e fizemos o melhor que pudemos em todas as modalidades. Nossos Aventureiros também conseguiram cruzar o pórtico de chegada sem desistir, apesar de todas as dificuldades.
   Então só nos restou passar o resto da manhã dormindo no bagageiro do ônibus, até que chegasse a hora de ir. Banho só à noite, no hotel em Vitória. E foi tanta coisa que a gente passou até chegar lá que daria outra resenha.
   Que bom viver mais essa aventura! Que venham muitas outras, muitos treinos, muitos encontros e muitos amigos! Será que não tem mais uma provinha esse ano pra gente correr? Só mais uma...

Ação Social do Running Daventura 2013


   Nunca é tarde para fazer o bem. A Ação Social Daventura geralmente acontece no mesmo mês da corrida, com a parceria de sempre da Daventura, Floresta Sustentável e Equipe de Corrida de Aventura Aventureiros do Agreste. Esse ano o negócio quase não sai por conta de dificuldades na agenda dos “atores” envolvidos. Meses depois... fechamos para novembro. Ufa!
   Dei a maior sorte de receber a visita da representante da Colgate, Eliane Campos, no consultório. Posso até dizer que sou uma "cagona" de marca maior. Sabe aquele ditado “Chorei no pé do caboco certo na hora certa”? Caiu bem pra mim naquele dia. Consegui até sabonete para a turminha do Barro Branco. Comprei o resto e ainda tive uma contribuição especial da minha amiga/irmã Lucy Penélope do Agreste com umas escovinhas que completaram a encomenda.
   Nos encontramos na Sede da Floresta Sustentável dentro da Reserva da Sapiranga, com as bicicletas, claro! Seria mais um treino para a Final do Brasileiro no Espirito Santo e o bom exemplo para as crianças praticarem esporte.





   Cinquenta crianças na Escola Isaac Marambaia no Distrito de Barro Branco, perto de Imbassai. Cinquenta kits de saúde bucal com escovinhas, creme dental, sabonete, folheto educativo, um filminho do Dr. Dentuço pra descontrair...

   
   Carol, uma figura ímpar, sempre chega, organiza tudo e faz aquele suspense para nossa chegada. Eu e Vitor entramos na sala com bicicletas e todos os acessórios... 
   Por falar em sala, a Prefeitura de Mata de São João está de parabéns! Todas as escolas que fizemos Ação Social são super organizadas e tem um padrão igual. São lindas e as crianças parecem tão bem cuidadas, arrumadinhas e felizes que dá gosto de ver. Sem contar que a criançada ficou num encantamento danado com nossa chegada! 
   Conversamos sobre vida saudável, preservação da natureza e assistimos ao filminho... Perguntas, brincadeiras, brindes e chegou a hora de voltar pra casa. Primeiro pedalando de volta pra Sapiranga, depois de carro até Lauro de Freitas.

   
   Agradecimentos:
   
   Vitor, aquele cara que nem pestaneja quando invento uma arte. Nem eu confio tanto em mim, quanto ele, rsrs! Então ele foi, curtiu muito e descobriu mais doidices a meu respeito.
   Agradeço muito à minha Equipe Aventureiros do Agreste, porque faço tudo isso e sou muito do que sou por andar com eles por tantos matos desse mundão véio sem porteira.
   À ONG Floresta Sustentável, em nome de Vanessa, que conseguiu, num custo danado, arrumar um dia, uma tarde, duas horas... que desse todo mundo, rsrs! Quem bom!
   E, especialmente, à DAVENTURA, em nome de Carol, aquela moça que sabe falar de um jeito que todas as crianças ficam olhando sem piscar e resolve qualquer problema com um sorriso no rosto.
   Pena que Tadeu, meu parceirão e treinador de vários anos não pôde ir, por conta das tantas mudanças no horário... Espero que tenhamos a sua companhia na próxima oportunidade.   
   É sempre tão gratificante que vou apenas repetir as palavras de Carol Chagas:
   “Que tenhamos vida longa pra fazer isso por muito tempo!”
   Agradeço!

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

CAMPEONATO BRASILEIRO DE CORRIDA DE AVENTURA- FINAL CBCA 2013


   Aventureiros do Agreste, sempre entre as melhores equipes da Bahia desde os primórdios da Corrida de Aventura por essas bandas. Agora nós vamos pro Brasileiro nas Montanhas Capixabas, dias 15, 16 e 17 de Novembro de 2013 - Espírito Santo - Brasil. 
  
Quarteto- Gabriella Carvalho, Mauro Abram, Fernando Scavuzzi e Marcelo Azoubel.

Dupla- Vitor Hugo Moreau e Luciana Freitas.

Claro que não conseguiria ficar de fora dessa festa. Eu e Vitor conseguimos inscrição gratuita, compramos passagens de milhagem, os treinos estão super em dia e nós vamos pro Espírito Santo de mala e cuia, junto com o quarteto.


Abaixo, alguns detalhes da prova, extraídos do site da CBCA...



   PERCURSO

   Os atletas enfrentarão um percurso montanhoso e pouco explorado dentro do ambiente de Mata Atlântica, onde a navegação para atingir os Postos de Controles obrigatórios exigirá experiência em orientação com mapa e bússola, especialmente que alguns PC ́s não serão mais presenciais, pois também utilizaremos apuração eletrônica por GPS. Cada equipe receberá um aparelho com bateria suficientes para 30 h de prova.
   O percurso da prova terá 175 km divididos em 109 km Mountain Bike pedalando por estradas de terra e trilhas. Canoagem de 27 km em rio com leve correnteza e mais 39 km correndo por estradinhas e caminhos, sendo alguns trechos em trilhas na mata. Durante o percurso todos os atletas também terão que fazer um rapel noturno descendo por dentro de uma cachoeira muito bonita.

   TÉCNICAS VERTICAIS

   Todos os atletas farão o Rapel na cachoeira. Todos os atletas deverão ter seus equipamentos próprios dentro das normas da ABNT, veja na lista de equipamentos. Todos os atletas vão se molhar na cachoeira, ao final do Rapel. A maioria das equipes vai fazer o Rapel molhado durante a noite, então não esqueçam as roupas e equipamentos necessários para evitar a hipotermia. Após o Rapel as equipes farão um Trekking/Canyoning de 9 km até o AT onde inicia a canoagem.

   CANOAGEM

   A canoagem será feitas em barcos de inflar do modelo Duck, com dois atletas por embarcação. A organização fornecerá remos iguais para todos os atletas, sendo proibido o uso de remos próprios. Será obrigatório o uso de capacete e colete salva vidas devidamente fechados e afivelados durante todo o percurso, inclusive nas portagens opcionais.O rio não terá corredeiras fortes, é um rio sinuoso com alguns trechos de baixo nível d água e trechos com interdição pontual de galhos e árvores onde será necessária boa iluminação para achar o ponto certo de passagem.

   CELULAR

  Cada equipe deverá levar um celular lacrado durante a prova e apresentá-lo antes no checkin. Operadoras VIVO, OI ou TIM.

   ÔNIBUS E CAMINHÃO – AEROPORTO / ALOJAMENTO

   Os atletas devem se programar para chegar ao aeroporto de Vitória no dia 15 de novembro, até as 17h45m. O último ônibus e caminhão para o alojamento deverá partir por volta das 18h00min. Para a organização planejar melhor o fluxo de saída dos ônibus do aeroporto para o alojamento gostaríamos que TODAS as equipes/atletas nos informassem os vôos, data e horário de chegada em Vitória (antes da prova) e também horário de saída de Vitória (após a prova).Para traslados fora dos horários acima, as equipes devem entrar em contato e combinar o preço do transporte direto com Giumar (Kombi) por e-mail giumar.souza@hotmail.com, fone (27)9719-5125, parceiro do evento e informando vôo e horário de chegada, sob risco de ter que alugar um veículo apropriado para levar a equipe ao alojamento que fica a 50 km de Vitória.
   
   ALOJAMENTO GRATUITO

   Todos os atletas terão alojamento gratuito na noite de 15 de novembro, véspera da largada. O alojamento gratuito será no mesmo local do checkin, entrega de mapas, cerimônias de abertura, premiação e encerramento. Paróquia de Santa Isabel (Verbitas), município de Domingos Martins, a 50 km de Vitória. Todos os atletas devem agendar horário no ônibus que sai do aeroporto para o alojamento.

   LARGADA E CHEGADA

   A largada e a chegada da prova serão no Vale do Moxuara, que fica 60 km distantes do alojamento. O local da largada/chegada é um Parque com restaurante self service, lanchonete, vestiário com banheiros, chalés de aluguel e área para churrasco.Os deslocamentos de ida e volta para o alojamento serão feitos de ônibus. No sábado, os ônibus dos atletas sairão juntos para a largada às 6 horas, do estacionamento da igreja. No domingo, o retorno para o alojamento se iniciará às 7 horas, conforme lotação e com previsão de saída do último ônibus a para premiação às 13h, com os últimos atletas.

   PREMIAÇÃO E ENCERRAMENTO

   Premiação e Encerramento (mesmo local do alojamento) – 17/11 – 14h.

   ÔNIBUS E CAMINHÃO COM AS BIKES – ALOJAMENTO / AEROPORTO

   Traslado de retorno após premiação e encerramento do evento, domingo, 17/11, a partir das 15h30min, do alojamento para o aeroporto de Vitória, com chegada prevista para 17h. Não se esqueçam de agendar os horários para o aeroporto.

   AJUSTES NO CRONOGRAMA DO EVENTO:

   15/11 – 10h às 18h - Deslocamento do aeroporto/rodoviária para o alojamento na Paróquia Santa Isabel; 
   15/11 – 14h às 19h - Checkin das equipes e entrega do kit/mapas, Paróquia Santa Isabel; 
   15/11 – 19h às 20h30m - Abertura do Evento e Briefing, Paróquia Santa Isabel;
   16/11 – 06h - Deslocamento para local de Largada; 
   16/11 – 08h – Largada, Vale do Moxura; 
 17/11 – 12h – Encerramento de prova, Vale do Moxura em local com infra-estrutura, lanchonete/restaurante e vestiário com banheiro; 
  17/11 – 07h – os ônibus disponíveis do local da chegada para o alojamento da Paróquia sairá de acordo com agendamento dos atletas na chegada. A previsão de saída do último ônibus é às 13h; 
   17/11 – 14h – Premiação e Cerimônia de Encerramento, Paróquia Santa Isabel; 
   17/11 – 15h30m - Traslado de retorno após evento para o aeroporto de Vitória, com chegada prevista para 17h.   

  Depois eu conto como foi... Vou arrumar minha mala!